Este é o aspecto actual da encosta virada a norte que constitui esse pedaço da cordilheira do Brunheiro onde, em tempos idos, alguém reconheceu haver importância estratégica para aí construir o nossomajestoso castelo de Monforte de Rio Livre.
Se o post anterior deixa a nu as consequências de mão assassina, aqui fica, de alguma forma, a cada vez maior necessidade que temos de estar atentos a tudo e todos os que não querem ver preservado um espaço que, quando verde, noa dá o bem-estar que sempre procuramos nestas paragens.
Mas não queria deixar passar sem o merecido relevo um pormenor da fotografia que não está lá por mero acaso. Eu quis mesmo que aquela chaminé fizesse parte do retrato. É que ela já pertence ao muito reduzido número de chaminés de zinco que outrora povoavam a aldeia e que o progresso obrigou a substituir pelos tão conhecidos chupões, que, pese embora o facto de não afumarem as cozinhas e as pessoas como as substituidas, acabaram por roubar aos telhados da aldeia uma característica interessante que, naturalmente, não voltará.
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