Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

O TELEFONE EM ÁGUAS FRIAS

Corria, se a memória não me falha, o ano de 1952, quando os meus pais, à época residentes em Travancas, terão decidido regressar a Águas Frias.

 

Instalaram-se, então, na casa que era pertença dos meus padrinhos (Celestino Marques e Arminda Chaves), em Cimo de Vila e, reactivaram o comércio que funcionava junto à casa.

 

Foi por essa altura que a APT, a empresa que na altura explorava rede telefónica nacional, instalou, no dito estabelecimento, oprimeiro telefone a que os nossos conterrâneos tiveram acesso, conseguindo-se, dessa forma, colocar os nossos concidadãos muito mais próximos do resto do País e, sobretudo, dos familiares que, vivendo longe, só podiam, até aí, ser contactados por carta.

 

Era, evidentemente, um telefone analógico e, já nessa época, permitia a ligação, para além, obviamente, de Chaves, a Travancas, sendo que as chamadas para esta localidade passavam, obrigatoriamente, pelo telefone de Águas Frias.

 

Mas, não será este o espaço para deixar um historial mais completo das comunicações na nossa aldeia. Isso poderá constituir um outro trabalho de investigação que, se houver tempo, procurarei elaborar noutro contexto.

 

Então o que me levou a trazer a este espaço este assunto?

 

Pois bem, com a preciosa colaboração, mais uma vez, do meu/nosso amigo  Berto, que me fez chegar um conjunto de fotos de uma antiga lista telefónica de Águas Frias, achei por bem não o frustrar e, naturalmente, dar a conhecer esse naco de história a todos os que ainda se dão ao trabalho de perder algum tempo com o que este modesto escriba vai dando por aqui à estampa.

 

Trata-se, então, de dar a conhecer algumas páginas da lista de 1973, onde constavam os assinantes de Águas Frias e se dava nota da inauguração do serviço automático nesta rede.

 

A lista também trazia um pequeno manual de instruções.
E, finalmente, a lista dos assinantes da rede de Águas Frias, que incluia os vizinhos de Casas, Avelelas, Bobadela e Oucidres.
Reparem que, ao tempo, para além do posto público, na altura já sob a supervisão do meu tio Álvaro, somente havia dois telefones particulares, o do senhor Antoninho Barros e o do senhor abade Adalberto Paiva.
Porque não poderia ser de outra maneira, quero deixar aqui, mais uma vez, uma palavra de agradecimento ao Berto, pelo excelente trabalho, sem o qual, não poderia ter colocado esta pequena história à disposição dos aquafrigidenses.
publicado por riolivre às 19:00
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