Sábado, 18 de Outubro de 2014

XXII ENCONTRO DE FOTÓGRAFOS S BLOGUES

 

 

publicado por riolivre às 20:54
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

O Espantalho

A necessidade de defender as suas culturas agrícolas levou os lavradores a puxar pela imaginação. Ora, há sempre uns visitantes indesejados (para além do próprio ser humano, obviamente) que é preciso assustar para que não destruam aquilo que virá a ser o sustento da família. Ora, para além de outros, a passarada, por vezes aos bandos, acaba por constituir um problema para algumas culturas. Vai daí, certamente desde tempos imemoriais, há que lançar mãos da imaginação e criar algo que nos ajude a suster a praga da bicharada e, o mais fácil mas se calhar não tão eficaz como se pretende, é construir um ESPANTALHO. E é vê-los, por aí fora, qual deles o mais original.

 

Há dias fui à aldeia e, logo à entrada, pude apreciar a viçosa e bem tratada horta do Guilhermino. É claro que ele deve ter pensado que aquelas lindas couves poderiam ser presa fácil para a imensa passarada que agora prolifera junto aos povoados. Vai daí, também o Guilhermino colocou, de uma forma que me parece muito original, sobre a horta, um espantalho que, espero, surta o efeito desejado. É que as aves, habituando-se a ver a mesma coisa todos os dias, acabam por não se assustar, e...

 

publicado por riolivre às 22:00
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

EXPOSIÇÕES

 

Até 1991 os flavienses e outros transmontanos tiveram oportunidade de fazerem as suas deslocações de combóio. As gentes de Águas Frias, sobretudo as que foram à procura de melhores condições no Porto ou em Lisboa, tiveram no combóio o único meio de comunicação que as podia levar e, depois de alguns anos de labuta, já com o suficiente para matar as saudades da família, trazer de regresso à aldeia.

 

Eu próprio, durante quase dez anos, "sofri" essas dezoito horas que separavam Chaves de Lisboa viajando até à Régua, onde se fazia uma paragem de algum tempo, até que chegasse uma outra composição, com origem em Barca de Alva, para onde fazíamos o transbordo. Depois, já na via larga, lá íamos até ao Porto e, chegados aqui (Estação de S. Bento), teríamos de demandar um outro combóio, este sim, que nos levaria até à capital.

 

Mau grado a evolução dos tempos, há sempre quem trave o desenvolvimento em nome de políticas que nunca haveremos de entender. De facto, enquanto na nossa vizinha Galiza se apressaram a modernizar as ferrovias, nomeadamente electrificando-as e corrigindo os percursos - no concelho de Verin já se fazem obras de requalificação da linha para a alta velocidade - no início da década de 90 do século passado, já com os milhões da UE a chegarem e com o actual Presidente da República como primeiro ministro, em vez de os darem melhores meios de acesso ao resto do País decidiram, pura e simplesmente, que Trás-os-Montes não precisava de combóios. Mandaram fechar as linhas e deixá-las ao abandono ou proceder ao seu desmantelamento.

 

Ontem como hoje continuamos a ver fugir tudo das nossas terras e, nem os políticos que nos deveria representar nem, grande parte das vezes, nós próprios, somos capazes de clamar por direitos absolutamente fundamentais para que a nossa região continue a ter gente.

 

Foi por isso que um amigo de Águas Frias que tanto tem publicitado a nossa terra, decidiu agarrar nas fotos que foi fazendo da extinta linha do Corgo e expô-las publicamente, para que uns possam recordar  o que conheceram e outros tenham oportunidade de constatar uma das formas como começaram, desde Lisboa, a isolar as nossas populações.

 

Vale a pena, pois, a partir do dia 28 de Agosto, um saltinho ao restaurante do Ilídio, o Testarrosa, na Rua do Sol em Chaves, onde estará uma exposição, ou ao Centro Cultural, onde estará uma outra.

 

 

             

 

 

 

publicado por riolivre às 15:54
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2014

“QUE É FEITO de TI?!”

 

 

“QUE É FEITO de TI?!

Ao Celestino Chaves,

O TINO da Tia Mimi

de Águas Frias

 

O CASTELO DE MONFORTE DE RIO LIVRE é um lugar que revisitamos com muito gosto.

De lá, podemos apreciar toda a Veiga de Chaves e os graciosos e imponentes montes e montanhas que a “circunvizinham”.

É um dia de Verão, quente como o costume, na NORMANDIA TAMEGANA.

O leve ar fresco que sopra da Galiza ameniza o calor e dá um saboroso conforto à sombra das árvores espalhadas pelo recinto do recreio do Castelo.

Aí chegado, temos sempre a sensação de estar a ser vigiado por sentinelas vestidas com armadura de ferro e armadas com arcos e flechas; parece-nos ouvir o tropel de cavalaria inimiga, o sibilar de flechas e virotões; ver os ventos cruzados atirar uma enorme nuvem contra outra, assemelhadas a dois santos engalfinhados, à espadeirada, a ver qual deles, S. Jorge ou S. Tiago, tinha espada mais afiada e de melhor têmpera e os mais fervorosos beatos falsos.

Nas ameias, julgávamos ver odaliscas a dançar os véus e o corpo como promessa de «mil e uma noites» de prazer.

Pelo desfiladeiro norte, espreitámos os Caminhos de Santiago sem topar caminheiros nem cavaleiros.

Pelo planalto, a sul, estendemos o olhar, sem dar conta da vista de mouros ou cristãos.

Julgámos ouvir um gemido, doloroso e apaixonado, junto à muralha de nascente.

Aproximámo-nos, e parámos junto a uma fonte seca. Na beira da pedra, onde antes de punham os cântaros ou as bilhas, para depois se levantarem até ao ombro ou à cabeça, vimos uma pedra do tamanho de uma mão larga.

Chegámo-nos mais perto.

Por debaixo da pedra do tamanho de uma mão larga espreitava um pedacinho de papel.

Olhámos vagarosa e atentamente em redor.

O pio áspero e agudo de um milhafre fez-nos dar conta do assombro, e do assombroso silêncio, que nos rodeia.

Chegámo-nos à fonte seca, junto à muralha nascente.

Talvez a pedra do tamanho de uma mão larga e o papel que pisava e escondia fossem um ritual para, chegado o anoitecer e o luar começasse a brilhar, alguma moira encantada regressasse à vida de princesa de Monforte de Rio Livre.

A coragem deu-nos força para deitar a nossa mão estreita à pedra do tamanho de mão larga.

Levantámo-la com uma, e logo apanhámos o papel com a outra!

Estava dobrado em forma de navio, tal qual aquele que fazíamos, na meninice e na juventude, com uma qualquer folha de jornal de papel de forrar o louceiro ou do caderno de cópia e de ditado.

Voltámos a olhar atentamente à nossa volta.

Apurámos o ouvido.

Nada!

Procurámos uma sombra mais confortável e acolhedora.

Voltámos a comprovar o nosso sossego e a nossa solidão.

Desdobrámos, com todo o cuidado e algum receio, o papelinho dobrado em forma de navio.

E lemos:

…,

QUE É FEITO de TI?!

 

Tu!

Que é feito de ti?!

Por onde tens andado, que não te tenho visto?

Por que fugiste?!

Não. Tu não fugiste.

Deixaste-me!

Deste conta de um largo e longo caminho à tua frente quando te lembraste que o meu era estreito e curto.

Tiveste pressa em percorrê-lo. Mesmo sem saber se esse caminho podia terminar logo ali ao desfazer a primeira curva ou no princípio da segunda ladeira.

Avaliaste-me as forças, e viste que eu não podia acompanhar-te a passada.

Fizeste bem.

Fizeste bem?!

Espero bem que sim.

Fechaste a porta, dos teus olhos e do teu coração.

Nunca mais te vi.

E já lá vai tanto tempo!

Sim, tanto! Porque esse tempo corresponde ao espaço da minha vida preenchido com toda a pena pela tua ausência e coberto pelas saudades da alegria de viver que me davas!

Tu!

Que é fito de ti?

Por onde tens andado, que não te tenho visto?

Se ao menos andasses em boa companhia!

Os teus dias são maiores do que as noites?

O desfiladeiro que nos separa é enorme, íngreme, sem veredas ou carreiros por onde eu possa partir à tua procura.

Tu estarás lá no alto, empurrada pela sorte, pela fortuna, pela felicidade.

Eu permaneço cá no fundo, com a tristeza e a saudade.

A vida escoa-se-me cada vez mais depressa.

Sinto pena, imensa pena de não poder ver-te.

Tu!

Que é feito de ti?!

…….-

 

Agora digam que a NOSSA TERRA, a NORMANDIA TAMEGANA e a voivodia de ÁGUAS FRIAS não são “TERRA de ENCANTO”!

 

M., 2 de Julho de 2014

O caval(h)eiro de Monforte

 

NOTA: Este é um texto inédito com que o meu muito amigo e amante da nossa terra, Senhor Luís Fernandes, quis lisonjear-me, publicando-o aqui neste espaço que, ele sabe-o, também lhe pertence. Um abraço fraterno desde Monforte até à sua querida Granjinha.

 

publicado por riolivre às 15:46
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2014

A Tia Adélia deixou-nos!

“A Ti’ÀDÉLIA”

 

Foi há pouco tempo, bem sei, que comecei a juntar as primeiras letras do computador.

Mas mal li «ai» e escrevi «ui», descobri um (O) Blogue de CHAVES.

E logo, das varandas dele, saltei para outros Blogues «flavínios».

Gostei dos textos (Post(ai)s), das fotografias e dos comentários  -   mesmo dos que traduziam raivinhas mal contidas, invejas minorcas, escritos com erros, que mais «sentimento» davam ao discurso de quem os cometia, e os escritos com erros, que demonstravam a arrogância própria de quem é lamentavelmente ignorante; os escritos com gralhas, próprio de quem não fez o rascunho ou de quem tem o coração ao pé da boca e os «túneis da mente» pregam partidas.

Atravessei a Ponte Romana, e o Cruzeirinho das Eiras ainda lá estava, à sombra do Blogue da NOSSA Catarina.

Do Castelo de Monforte chegavam-me, apelativos, os sons “Maktoum” e de «al-ʿūd»,    em ritmo «Fallahi», cujo timbre me parecia dizer terem sido fabricados com pele de cabrito, que corria desde Curral de Vacas até Vilartão, o“Maktoum ; e com um umas fitas de galha de sabugueiro, da “Mata do Barros” e as cordas tecidas num tear como o da “Tia Inocência”, o «al-ʿūd».

Passei a recta de Faiões, fiz as curvas das três Açoreiras (que toda a gente teima, desde, até as Inquirições, a chamar-lhes «Assureiras») e, sem pagar tributo, entrei pela capital de RIO LIVRE como se só minha fosse a Avenida da Liberdade!

Por acaso, até, a primeira pessoa que encontrei oi um Nuno!

Só que «fez questão» de me lembrar os “Atoleiros”, e lá tive me «encharcar» na «adega de cima», da casa dele!

Bom começo.

Depois, foi conhecer a realeza deste reino.

Almocei à mesa com o rei e a rainha, príncipes e princesas.

Molhei a palavra com gosto, no S. Pedro de Agosto.

E até para o mal das fartanças, de lá trouxe o milagroso «Licor da Ti’ÀDÉLIA!

Conheci-a «por carta», cujo remetente é um “Rapaz”, um senhor a quem não consigo tratar de outra maneira que não seja «TINO». É que este ilustre flaviense de ÁGUAS FRIAS tem um não sei quê com ele que dele e com ele só sei falar com o coração.

Em,25 de Maio de 2009, numa segunda-feira, no Blogue “RIO LIVRE”, abri o Post(al) «Águas Frias – Gente».

E Li:

“O título que dei ao post deixa a ideia de que na aldeia, apesar de tudo, ainda há gente. De facto, ela pode estar moribunda, mas, a verdade é que, embora não sejam muitas, podemos aí encontrar algumas das pessoas que ainda resistem, mantendo-se fiéis ao torrão que os viu nascer e onde sempre labutaram e labutam até que possam.

Pois bem, sempre que tenho oportunidade de ir a Águas Frias, para além da imensa nostalgia que naturalmente me toma, sinto, paradoxalmente, um misto de alegria e tristeza. A alegria de ver as pessoas com quem me vou cruzando e a imensa tristeza que advem do facto de ver cada vez menos gente e, sobretudo, cada vez mais velhos. Valha-nos que começa a haver quem, a pretexto de passar as férias ou um mero fim de semana, já vai procedendo à recuperação de algumas casas preservando o importante património habitacional e dando alegria à aldeia qundo aí se deslocam.

De entre as pessoas que habitualmente procuro ver quando por lá passo deixem-me destacar uma que, lá da sua galeria, se mantem atenta a quem surje no seu horizonte visual. E com que alegria levanta o braço para cumprimentar ou mesmo para chamar quem se aproxima para lhe dirigir a palavra. A mim, que, antes de descer a rua que me leva a casa dos meus velhotes, nunca deixo de espreitar (diria, de me mostrar) para a sua janela dá-me um prazer imenso ver o seu sorriso aberto e saber que tenho ali uma grande amiga. E, sempre que vou ao "Parente" tomar um café, não me sinto bem se não arranjo um tempinho para a ir cumprimentar nesse pequeno espaço da sua casa onde se vai isolando do mundo, também e cada vez mais pequeno que a rodeia.

Já toda a gente deve ter percebido que estou a falar de uma mulher que, durante uma vida inteira, com o marido e o filho mais velho emigrados para o Brasil, teve a coragem de enfrentar a vida, primeiro com a filha, depois sozinha e, finalmente, de novo com a filha, ora na labuta da terra, como os vizinhos, ora atendendo os clientes na taberna que tantas histórias encerra.

Ora, aqui há tempos, pedi-lhe que se deslocasse até à varanda da casa que outrora foi dos Claros e que ela adquiriu com as suas economias. A Dete, que agora assume o ónus de tratar da sua progenitora - e com  que pundonor o vai fazendo - lá a conseguiu levar até aí. Eu já estava a postos e, quando a Tia Adélia assomou e se encostou ao balaústre, foi só disparar. O resultado foi o que se segue:

 

 

 

 Esta era a homenagem, singela, que eu devia a essa grande mulher, que do alto dos seus oitenta e muitos anos, continuando a lutar pela vida que lhe vai querendo fugir, mantem aquele sorriso que sempre a caracterizou e com que sempre nos recebeu. É também uma homenagem à Dete, amiga de infância, pelo denodo com que continua a cuidar da sua própria mãe. É, finalmente, a homenagem ao Fernando que, inesperadamente, há bem pouco tempo, me deu a imensa alegria de o ver depois de tantos anos e de lhe lembrar que nunca esqueci aquela fisga que um dia me fez. Só não sei se serviu para deitar abaixo algum melro naquelas sestas que passávamos debaixo da moreira dos Intilhais”.

Ainda no 11 de Fevereiro tive oportunidade de felicitar a Ti’ÀDÉLIA, pela passagem do seu aniversário, e, recentemente, dizer-lhe que a guardava na minha lembrança.

Hoje, o tal “Rapaz” que me apresentou a Ti’ÀDÉLIA, por carta que acabo de transcrever, e senhor com quem sei falar apenas com o coração, também foi o primeiro a dar-me notícia da partida da Ti’ÀDÉLIA para outro reino.

A minha vida fica mais curta com o adeus daqueles de quem mais gosto.

Um xi-coração para a DÉTE.

M., 18 de Maio de 2014

Tupamaro

publicado por riolivre às 18:13
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Domingo, 22 de Dezembro de 2013

NATAL 2013

A TODOS OS QUE POR AQUI VÃO PASSANDO E, SOBRETUDO, A TODOS OS AQUAFRIGIDENSES DESJO UM SANTO NATAL  E FESTASMUITO FELIZES.

 

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publicado por riolivre às 19:41
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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

 

 Decorre no restaurante Testarrossa, na rua do sol, em Chaves, uma exposição de fotografia, da autoria do Humberto, de Outeiro Seco. O Humberto é um amante da nossa aldeia e, lisonjeou todos os aquafrigidenses ao dar à exposição o título, muito sugestivo, aliás, de Rio Livre.

 

Embora a nossa vista se possa deliciar com outras fotos, todas de altíssima qualidade, teremos oportunidade de ver o nosso castelo sob o prisma de uma pessoa que, por não ser da terra será, cetamente, insuspeita na visão que dela tem e faz.

 

Espero, por isso, que ninguém perca a oportunidade - única - de se deslocar ao restaurante do nosso conterrâneo Ilídio onde, para além da exposição, poderá, também, deliciar-se com a excelente cozinha que aí se pode apreciar.

 

 

 

 

publicado por riolivre às 16:05
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013

A FESTA FOI BOA PÁ!

Águas Frias engalanou-se, de novo, no início deste Agosto, com os residentes (e não só...) a delegarem no excelente grupo de mordomos (Eles e Elas) a responsabilidade de receber aqueles que, mesmo labutando longe das suas gentes, não deixam de reservar uns dias para participar neste evento que, em homenagem ao padroeiro S. Pedro, traz a esta lindíssima terra transmontana a vida que vai perdendo a cada ano.

 

E a aldeia fica imensamente grata sobretudo a esses que, por vezes com algum sacrifício, se deslocam de grandes distâncias para poderem abraçar a família que, de forma resiliente, se vai mantendo por cá, bem como os amigos que só nesta altura conseguem rever-se. Eu, particularmente, sentir-me- ia muito mal se não tivesse deixado o conforto de casa para me encontrar com essa boa gente que, em tantos casos, só voltarei a ver para o ano.

 

O primeiro dia (sábado), como já vem acontecendo há uns anos a esta parte, fez convergir no recreio da (ainda) Escola Primária, muita gente que quiz participar, de facto ou na bancada, em alguns jogos populares que faziam parte do programa das festas.

 

É claro que, como não poderia deixar de ser, foram, mais uma vez, a Edite e o Augusto os grandes organizadores e animadores deste espaço, dando oportunidade a miúdos e graúdos de se divertirem como os seus pais (alguns), mas, sobretudo, como os seus avós e, em tantos casos, bisavós. O nosso bem hajam a estes enormes conterrâneos.

 

Enquanto decorriam estes jogos procurei captar para a posteridade algumas fotos que me permito deixar-vos sem mais comentários.

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

XIX ENCONTRO DE FOTÓGRAFOS E BLOGUES

publicado por riolivre às 23:07
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Segunda-feira, 4 de Março de 2013

O NEVÃO COM QUE TERMINOU FEVEREIRO

Grande parte dos conterrâneos que moirejam fora da aldeia, bem como tantos amigos da nossa terra que nos visitam em diversas alturas do ano, não puderam sentir os efeitos do enorme nevão que pintou de branco esta magnifica terra.

 

Eu próprio não pude deslocar-me lá para, ao mesmo tempo, desfrutar desse quadro que deixou de ser tão vulgar como há umas décadas atrás e, naturalmente, fazer uns retratos para documentar o acontecimento.

 

A verdade é que continuo a contar com a preciosa colaboração de um bom amigo que, sempre que haja ocazião para o fazer, aí está ele a caminho de Águas Frias para dar azo à sua voracidade fotográfica. Depois... bom, depois, como sempre, a surpresa de ver cair no meu mail um conjunto enorme de retratos que faz questão de me enviar com a nota de que poderei fazer o que me aprouver aom as ditas.

 

Então, por saber que o Berto também ficará contente se vir aqui publicada parte do seu fantástico trabalho artístico, deixo-vos com alguns desses retratos que, estou certo, serão uma delícia para os vossos olhos famintos da beleza da aldeia e do Castelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até breve.

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publicado por riolivre às 23:14
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