Quinta-feira, 2 de Julho de 2015

POR TERRAS DE MONFORTE

Em boa hora o Grupo Cultural Aquae Flaviae organizou e implementou um passeio pelas terras do outrora concelho de Monforte de Rio Livre. Isso aconteceu no passado sábado, dia 27 de Junho.

E, como nãopoderia deixar de ser, com partida de Chaves, o grupo de cerca de quarenta pessoas amantes da nossa região e do nosso património, teve a sua primeira paragem exactamente em Águas Frias.

Como a ideia era sobretudo visitar e observar in loco o património religioso do antigo concelho, tendo feito a deslocação em autocarro que não poderia penetrar na povoação, o grupo foi obrigado (diria que ainda bem) a percorrer toda a rua central até à Igreja tendo tido, por isso, ensejo para conhecer melhor a nossa aldeia.

O nosso presidente da Junta de Freguesia, o Rogério Oliveira, estava, evidentemente, à nossa espera para servir de guia e fez o favor de nos franquear as portas da nossa magnífica Igreja que o grupo muito admirou.

Aqui, conversando comigo na bonita e elgante sacristia. (A foto é da autoria do senhor capitão Pizarro Bravo)

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 De seguida deslocámo-nos até Cimo de Vila com a intenção de podermos ver a inicialmente (no século XVIII) chamada Capela de S. João Batista e que todos conhecemos por Capela de Nossa Senhora dos Prazeres.

Ora, sendo propriedade privada, era necessário encontrar o proprietário para nos abrir as portas do templo. Como o calor apertava,não foi difícil encontrar o Toninho a repousar na varanda. Rapidamente desceu e se colocou à nossa disposição para o efeito.

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Enquanto o Toninho ia ia atendendo uns, outros aguardavam (a capela é pequena) a sua vez conversando na rua.

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 Aqui, o nosso presidente na companhia da senhora Drª Isabel Viçoso, grande dinamizadora do Grupo Cultural e responsável pela promoção deste magnífico passeio.

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 E, para aqueles que, mesmo sendo da aldeia nunca tiveram oportunidade de entrar na Capela, eis as imagens religiosas que aí se encontram.

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Antes de partir tive ocasião de constatar que os nossos ilustres visitantes ficaram imensamente agradados com o que viram, sei que ficaram, também, com vontade de voltar e, sobretudo, irão ser os melhores promotores da nossa aldeia e do seu património. 

 

 

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015

O CASTELO, SEMPRE!

Numa altura em que a petição que tantos amigos do nosso Castelo subscreveram está na Assembleia da República para eventual discussão e, esperamos merecer a mais que desejada e justa aprovação, nunca é demais falarmos nesse monumento que, ao contrário de tantos outros,não tem merecido a atenção que só quem de direito tem enjeitado.

Ora, uma das formas de chamar a atenção para o Castelo de Monforte de Rio Livre passa por, por exemplo, insistirmos em colocar neste espaço algumas fotos do seu estado actual.

E, quando tenho um amigo que, ao mesmo tempo, é também um dos defensores do nosso património mais importante, e me envia fotos às dezenas, mal fora que eu não as disponibilizasse a todos os que estão connosco nesta luta.

Deixo-vos, então, algumas das fotos que o Humberto Ferreira, mais uma vez, consegui aquando da sua última deslocação a Monforte, exactamente no passado dia 19 deste mês que se vai aproximando do seu termo.

O meu muito obrigado ao Humberto pelo trabalho extraordinário que tem realizado em prol do nosso Castelo e, obviamente, pelas excelentes fotografias com que nos brindou.

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 Ah!, a nossa aldeia continua sob a protecção desse roqueiro com séculos de história.

Podemos observar três dos bairros que a compõem: empprimeiro plano, meio escondido pelos carvalhos, o Bairro de Cimo de Vila; à esquerda, sob a copa dos lindíssimos castanheiros floridos, o Povo; e ao fundo, junto à Igreja Matriz, o Bairro do Casal.

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Terça-feira, 12 de Maio de 2015

O CASTELO FOTOGRAFADO PELO BERTO

Como já vem sendo hábito, o meu amigo (e de Águas Frias) Humberto Ferreira teve a gentileza de me brindar com mais um conjunto de belíssimas fotos sobre o nosso Castelo de Monforte de Rio Livre.

Ora, como não gosto de guardar só para mim aquilo que me parece dever ser acessível a todos os amigos da nossa aldeia e, obviamente, do Castelo, com a devida autorização do Berto, aqui vos deixo esse grande testemunho fotográfico do meu amigo de Outeiro Seco.

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Domingo, 3 de Maio de 2015

XXIII ENCONTRO DE BLOGUES E FOTÓGRAFOS

A LUMBUDUS promove mais um encontro de verão dos seus associados e amigos, desta vez com uma incuesão, sempre apetecível, pelas terras do Alto Minho.

 

soajo-cartaz

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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015

JÁ NÃO HÁ ENTRUDO

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A tristeza que agora demanda estas ruas, ali bem no centro da aldeia, contrasta com a alegria transbordante que por aqui passava na época do Entrudo . Esse tempo que, como se sabe, significava exactamente o início de um outro tempo, desta feita religioso, ou seja, o tempo da Quaresma.

Um tempo que muito antes da nacionalidade já os pagãos usavam para se divertirem. Um tempo que, na Idade Média, servia para os  fidalgos darem alguma liberdade aos seus escravos permitindo~lhes que se travestissem de nobres, enquanto estes surgiam com as vestimentas dos seus súbditos.

Aqui, na nossa aldeia, já não voltaremos a ver os "velhinhos" (caretos), vestidos com roupas velhas, uma máscara a tapar o rosto, um carapuço elaborado artesanalmente com o recurso a arame e muito bem enfeitado com fitas (serpentinas). Cruzando o tronco, penduravam as campainhas que, nesse dia, eram retiradas do pescoço dos bois. Nas mãos seguravam vigorosamente uma pele de coelho seca e, quase sempre, uma soga. Surgiam no Conselho, vindos de ruas diferentes, e era ver a rapaziada, quais atletas nos tacos de partida, prontos para uma corrida que, quantas vezes, obrigava a saltar paredes ou a procurar refúgio em varandas onde os "velhinhos" não pudessem chegar. Alguns já levavam debaixo da samarra um bom revestimento de palha onde podim bater sem fazer mossa.

Também já não voltaremos a ver a malta que, inesperadamente, aparecia de saco às costas a atirar formigas para aqueles que se pusessem a jeito. Não voltaremos a ver as matrafonas que nos davam que pensar sobre a sua identificação, tão bons eram os disfarces usados. E também não teremos oportunidade de voltar a ver o carro de bois que a malta empurrava e que ia apregoando a venda do queijo - mesmo com o frio que se fazia sentir havia sempre alguém disponível para se colocar em cima co carro e fazer o percurso com o cú ao léu.

Hoje não fui à aldeia. Creio, contudo, que as ruas estarão nuas e tristes como as encontrei no passado domingo. Esse domingo gordo que me propoprcionou uma agradável surpresa. Quando uns poucos estavam no café do Rique eis que irompe por ali dentro a Dete e, acto contínuo,pousa sobre uma mesa um bolo acabado de sair do forno. - Quem faz anos? - perguntei. E a boa da Dete responde: - Como é Carnaval resolvi fazer um bolo e trazê-lo para, todos, comemorar-mos. E, com a preciosa ajuda da Noémia, que lhe fez chegar a necessária faca, vai de começar a partir o bolo em fatias e, com os guardanapos que também trouxe consigo, foi fazendo a distribuição pelos que aí se encontravam.

Safou-se o Rique, neste caso o Bino, que aproveitou para vender mais umas cervejitas, sem as quais não seria fácil engolir o fofo. E safámo-nos também nós, porque o gesto da Dete veio alegrar um dia que, afinal, não pode ser de tristeza.

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 Ah! o Bolo estava excelente. Obrigado minha boa amiga.

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2015

...

Petição em defesa, salvaguarda e reabilitação do Castelo de Monforte de Rio Livre em Chaves

Para: Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Secretário de Estado da Cultura, Diretor-Geral do Património Cultural, Presidente do Parlamento Europeu, Comissário Europeu da Cultura

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República
Exmo. Senhor Primeiro-Ministro
Exmo. Senhor Secretário de Estado da Cultura
Exmo. Senhor Diretor-Geral do Património Cultural
Exmo. Senhor Presidente do Parlamento Europeu
Exmo. Senhor Comissário Europeu da Cultura

O Castelo de Monforte de Rio Livre, associado à esplêndida envolvente paisagística, constitui um importante produto cultural como suporte da economia local, contribuindo para o desenvolvimento da região.
Tratando-se de um Monumento Nacional desde 1950, as últimas intervenções datam da década de 1990, estando atualmente em completo abandono.
Assim, consideramos necessário a salvaguarda do local, através da recuperação e valorização do seu Património Histórico.

Os cidadãos a seguir assinados e identificados, vêm por este meio, requerer a Vossas Excelências a preservação do Castelo como um importante marco da História de um Povo, divulgá-lo e torná-lo apelativo como atração turística, dinamizá-lo através de atividades várias, melhorar as acessibilidades e área envolvente, aproveitar as suas potencialidades para promovê-lo dentro e fora de Portugal.

Garantindo a sua recuperação, manutenção e sustentabilidade a longo prazo.

Portugal, 29 de Abril de 2014

Os Signatários,

 
ASSINAR EM PETICAOPUBLICA.COM/psign.aspx?pi=PT73383
 
NOTA: não exagero se afirmar que todos os Aquafrigidenses têm obrigação de assinar esta petição.
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014

APONTAMENTO

LivroMonforte

 

“Monforte de Rio Livre – História, Lugares e Afectos”.

-Maria Aline Ferreira-

(apontamento breve e imediato)

 

Deixa-me sempre contente qualquer iniciativa, esforço ou conquista em benefício do Território e das Gentes da (MINHA) NORMANDIA TAMEGANA.

Na sexta-feira, 12 de Dezembro, adquiri o livro “Monforte de Rio Livre – História, Lugares e Afectos”.

Havia sido apresentado na véspera, na Biblioteca Municipal de Chaves.

Este livro tem no título um pleonasmo desnecessário, embora enfático …. «Afectos».

Está bem patente nos “trabalhos e canseiras” da autora o carinho e, afinal, toda a afeição, com que escreveu este livro. Os «afectos» estão na moda, e muitos autores de livros deixam-se cair na tentação da rotina pindérica.

Pudera eu, e imprimiria cada página na fronha de alguns pregoeiros-mestres em História ou em Humanidades!

Nem o diabo acredita que «encanulados» em História ou Arquitectura manifestem tanta insensibilidade ou indiferença - até parece que azedume! - perante os vestígios e os monumentos que os antepassados nos legaram!

E o CASTELO de MONFORTE de RIO LIVRE não é assim tão insignificante no seu volume histórico ou na riqueza paisagística que nos oferece para ser abusivamente abandonado e desprezado pelas «entidades competentes».

“Monforte de Rio Livre – História, Lugares e Afectos” é um livro que merece ser lido e visitado pelos Normando-Tameganos e pelos Estudantes.

Pena é que esteja à venda por um preço demasiado alto (quando todos os «híper» e «minis» Mercados se gabam, a toda a hora e momento, nos panfletos, nos Jornais, na Rádio e Televisão dos “PREÇOS BAIXOS”!

Sendo um livro com edição patrocinada por DUAS Câmaras Municipais (Chaves e Valpaços), bem podia estar à venda por um preço mais «popular».

Assim, para além dos exemplares que forem oferecidos, poucos irão cumprir a missão que lhe cabe: divulgar a História; lembrar aos amantes da Natureza um lugar de encanto, de sossego e de inspiração; e dar a conhecer mais uma Normando-Tamegana que quer bem à NOSSA TERRA.

Vi o livro na montra da Papelaria.

Entrei.

Perguntei se tinham livros de autores Transmontanos ou da Região.

As balconistas, perdão, «agentes técnicas da colocação de livros em cima-do-balcão», mais preocupadas em olhar pelas vidraças da porta e da janela para «apreciar» quem sobe e desce a rua, encolheram os ombros.

Perguntámos se conheciam os escritores, José Carlos Barros, Bento da Cruz, Isabel Seixas, Gil dos Santos e João Madureira.

Ao ouvir o nome do último responderam (num tom como quem diz: ora essa!): - «Esse é um professor»!

Citei o título de algumas obras.

Avivou-se-lhes a memória e puseram uns três em cima da mesa.

-Como vêem, os nomes de quem lhes são autores destes livros” - sublinhei.

Continuaram preocupadas a olhar para as vidraças.

Paguei os “18 €uros” do “Monforte de Rio Livre – História, Lugares e Afectos”e «pus-me a mexer, enquanto era tempo»!

Para nós, a ajudazinha da Câmara Municipal de Chaves na edição deste livro não passa de uma cretina imposturice, disfarçada no apreço pessoal pela autora, e a tentar engrampar, uma vez mais, OS de Monforte de Rio Livre (e não só!), fazendo há-de conta que até dá importância ao CASTELO, embora consinta na sua ruína e nem sequer um caminho transitável e decente mande arranjar para lhe aceder.

O «despotismo da câmara municipal» contra o povo, registado em 1788, conforme relatado na página 195, perdura. Naquele tempo, os responsáveis que não «procedessem ao concerto (conserto) das estradas públicas» eram «condenados a pagar ….».

 

M., 16 de Dezembro de 2014

Luís Henrique Fernandes

(O Caval(h)eiro de Monforte)

 

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Sábado, 18 de Outubro de 2014

XXII ENCONTRO DE FOTÓGRAFOS S BLOGUES

 

 

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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

O Espantalho

A necessidade de defender as suas culturas agrícolas levou os lavradores a puxar pela imaginação. Ora, há sempre uns visitantes indesejados (para além do próprio ser humano, obviamente) que é preciso assustar para que não destruam aquilo que virá a ser o sustento da família. Ora, para além de outros, a passarada, por vezes aos bandos, acaba por constituir um problema para algumas culturas. Vai daí, certamente desde tempos imemoriais, há que lançar mãos da imaginação e criar algo que nos ajude a suster a praga da bicharada e, o mais fácil mas se calhar não tão eficaz como se pretende, é construir um ESPANTALHO. E é vê-los, por aí fora, qual deles o mais original.

 

Há dias fui à aldeia e, logo à entrada, pude apreciar a viçosa e bem tratada horta do Guilhermino. É claro que ele deve ter pensado que aquelas lindas couves poderiam ser presa fácil para a imensa passarada que agora prolifera junto aos povoados. Vai daí, também o Guilhermino colocou, de uma forma que me parece muito original, sobre a horta, um espantalho que, espero, surta o efeito desejado. É que as aves, habituando-se a ver a mesma coisa todos os dias, acabam por não se assustar, e...

 

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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

EXPOSIÇÕES

 

Até 1991 os flavienses e outros transmontanos tiveram oportunidade de fazerem as suas deslocações de combóio. As gentes de Águas Frias, sobretudo as que foram à procura de melhores condições no Porto ou em Lisboa, tiveram no combóio o único meio de comunicação que as podia levar e, depois de alguns anos de labuta, já com o suficiente para matar as saudades da família, trazer de regresso à aldeia.

 

Eu próprio, durante quase dez anos, "sofri" essas dezoito horas que separavam Chaves de Lisboa viajando até à Régua, onde se fazia uma paragem de algum tempo, até que chegasse uma outra composição, com origem em Barca de Alva, para onde fazíamos o transbordo. Depois, já na via larga, lá íamos até ao Porto e, chegados aqui (Estação de S. Bento), teríamos de demandar um outro combóio, este sim, que nos levaria até à capital.

 

Mau grado a evolução dos tempos, há sempre quem trave o desenvolvimento em nome de políticas que nunca haveremos de entender. De facto, enquanto na nossa vizinha Galiza se apressaram a modernizar as ferrovias, nomeadamente electrificando-as e corrigindo os percursos - no concelho de Verin já se fazem obras de requalificação da linha para a alta velocidade - no início da década de 90 do século passado, já com os milhões da UE a chegarem e com o actual Presidente da República como primeiro ministro, em vez de os darem melhores meios de acesso ao resto do País decidiram, pura e simplesmente, que Trás-os-Montes não precisava de combóios. Mandaram fechar as linhas e deixá-las ao abandono ou proceder ao seu desmantelamento.

 

Ontem como hoje continuamos a ver fugir tudo das nossas terras e, nem os políticos que nos deveria representar nem, grande parte das vezes, nós próprios, somos capazes de clamar por direitos absolutamente fundamentais para que a nossa região continue a ter gente.

 

Foi por isso que um amigo de Águas Frias que tanto tem publicitado a nossa terra, decidiu agarrar nas fotos que foi fazendo da extinta linha do Corgo e expô-las publicamente, para que uns possam recordar  o que conheceram e outros tenham oportunidade de constatar uma das formas como começaram, desde Lisboa, a isolar as nossas populações.

 

Vale a pena, pois, a partir do dia 28 de Agosto, um saltinho ao restaurante do Ilídio, o Testarrosa, na Rua do Sol em Chaves, onde estará uma exposição, ou ao Centro Cultural, onde estará uma outra.

 

 

             

 

 

 

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