Domingo, 22 de Dezembro de 2013

NATAL 2013

A TODOS OS QUE POR AQUI VÃO PASSANDO E, SOBRETUDO, A TODOS OS AQUAFRIGIDENSES DESJO UM SANTO NATAL  E FESTASMUITO FELIZES.

 

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publicado por riolivre às 19:41
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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

 

 Decorre no restaurante Testarrossa, na rua do sol, em Chaves, uma exposição de fotografia, da autoria do Humberto, de Outeiro Seco. O Humberto é um amante da nossa aldeia e, lisonjeou todos os aquafrigidenses ao dar à exposição o título, muito sugestivo, aliás, de Rio Livre.

 

Embora a nossa vista se possa deliciar com outras fotos, todas de altíssima qualidade, teremos oportunidade de ver o nosso castelo sob o prisma de uma pessoa que, por não ser da terra será, cetamente, insuspeita na visão que dela tem e faz.

 

Espero, por isso, que ninguém perca a oportunidade - única - de se deslocar ao restaurante do nosso conterrâneo Ilídio onde, para além da exposição, poderá, também, deliciar-se com a excelente cozinha que aí se pode apreciar.

 

 

 

 

publicado por riolivre às 16:05
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013

A FESTA FOI BOA PÁ!

Águas Frias engalanou-se, de novo, no início deste Agosto, com os residentes (e não só...) a delegarem no excelente grupo de mordomos (Eles e Elas) a responsabilidade de receber aqueles que, mesmo labutando longe das suas gentes, não deixam de reservar uns dias para participar neste evento que, em homenagem ao padroeiro S. Pedro, traz a esta lindíssima terra transmontana a vida que vai perdendo a cada ano.

 

E a aldeia fica imensamente grata sobretudo a esses que, por vezes com algum sacrifício, se deslocam de grandes distâncias para poderem abraçar a família que, de forma resiliente, se vai mantendo por cá, bem como os amigos que só nesta altura conseguem rever-se. Eu, particularmente, sentir-me- ia muito mal se não tivesse deixado o conforto de casa para me encontrar com essa boa gente que, em tantos casos, só voltarei a ver para o ano.

 

O primeiro dia (sábado), como já vem acontecendo há uns anos a esta parte, fez convergir no recreio da (ainda) Escola Primária, muita gente que quiz participar, de facto ou na bancada, em alguns jogos populares que faziam parte do programa das festas.

 

É claro que, como não poderia deixar de ser, foram, mais uma vez, a Edite e o Augusto os grandes organizadores e animadores deste espaço, dando oportunidade a miúdos e graúdos de se divertirem como os seus pais (alguns), mas, sobretudo, como os seus avós e, em tantos casos, bisavós. O nosso bem hajam a estes enormes conterrâneos.

 

Enquanto decorriam estes jogos procurei captar para a posteridade algumas fotos que me permito deixar-vos sem mais comentários.

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

XIX ENCONTRO DE FOTÓGRAFOS E BLOGUES

publicado por riolivre às 23:07
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Segunda-feira, 4 de Março de 2013

O NEVÃO COM QUE TERMINOU FEVEREIRO

Grande parte dos conterrâneos que moirejam fora da aldeia, bem como tantos amigos da nossa terra que nos visitam em diversas alturas do ano, não puderam sentir os efeitos do enorme nevão que pintou de branco esta magnifica terra.

 

Eu próprio não pude deslocar-me lá para, ao mesmo tempo, desfrutar desse quadro que deixou de ser tão vulgar como há umas décadas atrás e, naturalmente, fazer uns retratos para documentar o acontecimento.

 

A verdade é que continuo a contar com a preciosa colaboração de um bom amigo que, sempre que haja ocazião para o fazer, aí está ele a caminho de Águas Frias para dar azo à sua voracidade fotográfica. Depois... bom, depois, como sempre, a surpresa de ver cair no meu mail um conjunto enorme de retratos que faz questão de me enviar com a nota de que poderei fazer o que me aprouver aom as ditas.

 

Então, por saber que o Berto também ficará contente se vir aqui publicada parte do seu fantástico trabalho artístico, deixo-vos com alguns desses retratos que, estou certo, serão uma delícia para os vossos olhos famintos da beleza da aldeia e do Castelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até breve.

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publicado por riolivre às 23:14
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

O TELEFONE EM ÁGUAS FRIAS

Corria, se a memória não me falha, o ano de 1952, quando os meus pais, à época residentes em Travancas, terão decidido regressar a Águas Frias.

 

Instalaram-se, então, na casa que era pertença dos meus padrinhos (Celestino Marques e Arminda Chaves), em Cimo de Vila e, reactivaram o comércio que funcionava junto à casa.

 

Foi por essa altura que a APT, a empresa que na altura explorava rede telefónica nacional, instalou, no dito estabelecimento, oprimeiro telefone a que os nossos conterrâneos tiveram acesso, conseguindo-se, dessa forma, colocar os nossos concidadãos muito mais próximos do resto do País e, sobretudo, dos familiares que, vivendo longe, só podiam, até aí, ser contactados por carta.

 

Era, evidentemente, um telefone analógico e, já nessa época, permitia a ligação, para além, obviamente, de Chaves, a Travancas, sendo que as chamadas para esta localidade passavam, obrigatoriamente, pelo telefone de Águas Frias.

 

Mas, não será este o espaço para deixar um historial mais completo das comunicações na nossa aldeia. Isso poderá constituir um outro trabalho de investigação que, se houver tempo, procurarei elaborar noutro contexto.

 

Então o que me levou a trazer a este espaço este assunto?

 

Pois bem, com a preciosa colaboração, mais uma vez, do meu/nosso amigo  Berto, que me fez chegar um conjunto de fotos de uma antiga lista telefónica de Águas Frias, achei por bem não o frustrar e, naturalmente, dar a conhecer esse naco de história a todos os que ainda se dão ao trabalho de perder algum tempo com o que este modesto escriba vai dando por aqui à estampa.

 

Trata-se, então, de dar a conhecer algumas páginas da lista de 1973, onde constavam os assinantes de Águas Frias e se dava nota da inauguração do serviço automático nesta rede.

 

A lista também trazia um pequeno manual de instruções.
E, finalmente, a lista dos assinantes da rede de Águas Frias, que incluia os vizinhos de Casas, Avelelas, Bobadela e Oucidres.
Reparem que, ao tempo, para além do posto público, na altura já sob a supervisão do meu tio Álvaro, somente havia dois telefones particulares, o do senhor Antoninho Barros e o do senhor abade Adalberto Paiva.
Porque não poderia ser de outra maneira, quero deixar aqui, mais uma vez, uma palavra de agradecimento ao Berto, pelo excelente trabalho, sem o qual, não poderia ter colocado esta pequena história à disposição dos aquafrigidenses.
publicado por riolivre às 19:00
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012

OS DEZ MANDAMENTOS DO ABADE DE TRAVANCA

Depois de um longo interregno cá estou, de novo, pronta a deixar por aqui algumas notas sobre a nossa aldeia. Há sempre alguém que nos impele a retomar algum ciclo que, com ou sem motivo aparente, a dada altura, se viu quebrado. Desta feita, foi o meu Amigo Berto, de Outeiro Seco, que também é um grande amigo de Águas Frias (já merece ser considerado cidadão honorário da nossa terra), quem, com fotografias que vai fazendo o favor de tratar e me enviar por mail, me espicaçou e me levou a voltar a este espaço que, sem qualquer pretenciosismo, pretende ajudar a manter viva uma aldeia que, cada dia, vai tendo cada vez menos gente e, não fora a ousadia de alguns, já estaria reduzida a um pequeno grupo de octo e nonagenários.

 

Pois bem, o Berto trouxe-me à memória a adega do meu tio Bano, agora pertença do Adamastor, onde, quem entrava a seu convite, era obrigado a ler e cumprir os dez mandamentos inscritos num pequeno azulejo que um dos grandes tonéis de vinho ostentava na sua cabeceira. Escusado será dizer que, cumprido o preceito, os penitentes abandonavam o local bem alegres, quando não "chamavam imediatamente pelo gregório". É que a pinga de Vale de Ramos que o meu tio produzia era de boa qualidade e, por isso, não faltava quem, mesmo tendo que se submeter ao "castigo", não gostasse de fazer a prova desse néctar.

 

Quem, porventura, ainda não conhece os mandamentos do Abade de Travanca, freguesia do concelho de Cinfães a cujo ex-abade são atribuídos os mandamentos do bem beber à portuguesa, aqui fica o azulejo que perdurou na adega do tio Bano e que o Adamastor, sobrinho do actual proprietário, deixou fotografar para, desta forma, poder ser conhecido de todos.

 

 

 

 

 

publicado por riolivre às 14:50
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

XVI Encontro da Blogosfera

publicado por riolivre às 09:49
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Terça-feira, 12 de Julho de 2011

S. Caetano

 

Motivos de vária ordem impediram-me de manter viva a chama deste espaço de confraternização. Espero, a partir de agora, ser menos intermitente neste projecto, sobretudopara não defraudar aqueles que vão insistindo em aturar-me, fazendo o link para um sítio onde, afinal, não tem havido vida.

 

E nada melhor para o reinício do que vos deixar com um texto de um amigo, que também é muito amigo da nossa terra, e que gira à volta do S. Caetano, lugar onde, no passado domingo, passou um imenso grupo de pessoas, ligadas à blogosfera flaviense, em mais um dos já habituais encontros de verão.

 

A foto "roubei-a" ao meu amigo Fernando Ribeiro.

 

 

 

“Maldição de S. CAETANO(?)”

 

É Verão.

Todos os frutos da Natureza sabem que nem um regalo!

E o cabrito, e o cordeiro e o frango assadinhos no forno, que bem apaladados se apresentam, depois do delicado trato dos nossos amigos cozinheiros e amicíssimas cozinheiras!

E não é que a «pinga» de qualquer Adega de um vizinho, ou Regional, da NOSSA TERRA «fica mesmo a matar» com aquele especial molho, onde as batatas assadas envernizam aquela cor coradinha que só os fornos e a lenha daquelas Terras sabem dar?!

Por ali, “come-se que nem um abade”, e “bebe-se que nem um camelo”!

É de admirar?!

Nem por isso!

O sorriso franco e os braços abertos com aquelas gentes nos recebem abrem-nos     -     e de que maneira!   -   o apetite.

E a franqueza é sempre tão grande que até nos fazem juntar a sobremesa com a ceia!

Os simples e os modestos, como nós, só têm uma maneira de mostrar o seu reconhecimento: levar o carro e o coração carregadinhos de amizade.

O pior é que nos acontece sempre «o pior»   -   o nosso regresso é feito com a alma cheiinha de mimos e a mala do carro ou a cabina e a caixa da carrinha atulhadas com saborosas lembranças!

Catancho!

“Incréu” como somos, até nos custa ter de acreditar que o S. CAETANO costuma fazer milagres!

 

É Verão.

E o fresco de uma sombrinha “que bem que sabe”!

E o S. CAETANO com ela abençoa os seus devotos em visita.

E até os passeantes que por lá andam, e «fazem escárnio» das milagrices que lhe atribuem!

Há uma boa meia dúzia de decénios que lhe fomos apresentado pela nossa AVÓ, num Dia de Festa!

Porque não tivemos «o garrotilho»; porque fomos curado das «sezões»; porque ficámos bom do braço partido (tri-partido!) com aquela enorme turra do carneiro irritado com «A Corneta de S. Caetano»; lá fomos, pela mão d’AVÓ, agradecer-lhe estes milagres!

A ele, S. CAETANO, tão sábio, tão rico e tão poderoso, iam, e vão, os pobres e os pobrezinhos levar «a esmola»!

E, como se não bastasse a longa caminhada, desde o termo de Samaiões, ainda tivemos de «esturricar» ao sol, carregadinho com as roupas, a coroa e a estátua, a cruz ou o ramo que nos davam o ar e a figura de «ANJINHO», numa procissão mais lenta do que «passo de boi»!

 

É Verão.

E hoje lá fomos ao “S. CAETANO”, recordar as promessas (da AVÓ) por nós cumpridas, e cobrar o prazer de sombrinha, ora apetecida.

Próximo do banco onde, de olhos fechados nos parecia melhor apreciarmos a sombra e o sossego do lugar, e com mais harmonia e emoção desfilariam aquelas recordações distantes, dois casais de «velhotes», mais ou menos da nossa idade, conversavam filosoficamente.

Trocavam histórias de milagres de amor, de saúde e de sorte.

-….“Nunca mais deixa de ser burro”!  - ouvimos. E ficámos com a atenção desperta.

-“’Ind’à semana passada fomos bisitar o Delfim, que está entrabado numa cadeira de rodas, Estábamos eu, ele, a mulher, a filha e o genro, cá fora de casa, ao fresco.

O rapaz…

-O rapaz!  - exclamou, e interrompeu, uma voz feminina (que presumimos ser da Rapariga que o orador tomou por Mulher, provavelmente no altar do S. CAETANO).

-Ele debe ser da nossa idade, ou até mais «belho» um pouco!   -   acrescentou a «madama».

-Bem, «Rapaz» foi uma “forma de dezer”.

O Rapaz vinha despedir-se.

Como lhe tinham prometido umas saladas, deixou a mala do carro «a direito» do portão, que já estava aberto.

Estava a filha do Delfim a dizer que esperasse um bocadinho, enquanto ia buscar as alfaces   -   que até eram de duas “calidades”   -  quando rompe por meio de nós, que estábamos sentados à roda do Delfim, o filho do Jeremias e da Teresa, genro e filha do Delfim e d’Augusta.

«Nem água “bem”, nem água “bai”».

“Quer-se dezer”: nem bom-dia, nem boa-tarde.

Fez questã” de meter o carro dentro do pátio. E como tebe de fazer duas ou três manobras para entrar, ficou muito incomodado.

Bai daí”, o cumprimento dele, birando-se para o que «nunca mais deixa de ser burro», foi resmungar que «aquela biatura  estaba  mal estacionada».

Ele queria meter o carro «cá dentro» e «quase que nem podia»!

Todos ficámos com cara de parbos!

O Jeremias, pai do garoto, ficou mais «marelo» do que a cera.

A Teresa “afucinhou”  a cabeça no chão, e disse que ia buscar umas «curgétes».

A mulher do Delfim, a Ti’Augusta, ficou mais corada do que um pimento bermelho do Cambedo.

A mim, deu-se-me cá uma bolta no’stômago!

O que «nunca mais deixa de ser burro» ia para se alebantar para ir arrumar o “carroço”.

- “Agora já não é preciso. Já consegui entrar” – sentenciou, no mesmo tom zangado e refilão, o neto do Delfim e filho do Jeremias.

E sumiu-se dentro de casa.

A avó desabafou:

-Não façam caso. As autoridades são sempre assim!

Afinal, somos todos bu---rros!

Qualquer labrego que «entre prá Guarda ou prá Polícia» fica logo com a mania de que “tem o rei na barriga”.

E até acha que a consideração que as pessoas têm pela sua família não é mais do que a sua obrigação   -   porque ele «é gê-éne-érre», «impõe respeito» e «têm que lhe mostrar medo»!

- Tamém! Não precisas de exagerar!  -  atalhou a mulher.

- Pois não!

Mas se fosse cá eu, com os conhecimentos, amizades e família que ele, o que «nunca mais deixa de ser burro», tem lá em Lisboa, ‘inda por cima na Guarda, ai não, que não punha este fedelho a «piar fino»!

Quantos da NOSSA TERRA, que estão por esse mundo fora, bisitam tanta gente na Aldeia; telefonam para tantos, no Natal e na Páscoa; se alembram dos anos deste e daquele; e, lá onde estão, recebem, e dão apoio, aos amigos e bizinhos como esse «burro»?!  - sentenciou o companheiro que se tinha mantido atento e caldo durante a conversa.

Não quisemos ouvir mais.

Abandonámos a nossa sombra.

Virámo-nos para a Igreja do S. CAETANO e exclamámos cá para dentro:

- Como pode haver gente tão soberba, tão «ordinária», e a mostrar tanta falta de respeito, cá pelas bandas de S. CAETANO?!

Ou será que será gente das vizinhanças de S. DOMINGOS?!

Não é na Natureza, no sol ou na chuva, no frio ou no calor, nas subidas ou nas descidas, nas noites ou nos dias; com os lagartos e as cobras, com os ursos ou os leões, com a petinga ou as baleias que se nos azeda a vida.

Ela azeda-se-nos na relação com o “OUTRO”  -   o ser humano!

Sentimos a hora amaldiçoada. Regressámos a casa.

Afinal, a arrogância salazarenta ainda medra por !...

 

 

Romeiro de Alcácer

 

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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010

Festas de 2010

As datas comemorativas, mesmo as que para os investigadores da História não sejam absolutamente consensuais, são, do meu ponto de vista, marcos da nossa cultura que, depois de tantos anos, não devem merecer qualquer alteração. E foi por isso que não me pareceu muito bem a ideia de mudar a festa da aldeia para o mês de Agosto. De facto, o nosso padroeiro é celebrado em todo o mundo católico no dia 29 de Junho, data provável em que, no longínquo ano de 64 d. C., Pedro, o primeiro Papa, terá sido martirizado; data, também, em que os seus restos mortais terão sido trasladados para as catacumbas  de S. Sebastião, decorria o ano de 257.

 

Contudo, ao segundo ano da mudança, e como o padroeiro parece não se mostrar nada agastado com isso, também eu devo assumir que valeu a pena e que nunca é tarde para dar razão e, sobretudo, os parabens, àquele ou àqueles que conseguiram, com este evento, dar vida à nossa aldeia moribunda. É com muita alegria que se vê a imensa felicidade que invade os corações daqueles que só se vêem de ano a ano ou, em tantos casos, há muitos e muitos anos. É exactamente um pequeno registo de alguns desses momentos que aqui quero deixar.

 

 

 

 

 

 

 

 

Para o ano não se esqueçam de voltar. Enchamos a aldeia de vida. Nem que seja uma vez por ano. Assim, ela não morrerá.

 

 

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publicado por riolivre às 11:48
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